5 livros que me ajudaram muito no meu desenvolvimento pessoal


Oi gente, tudo bem com vocês? Hoje estou aqui para dar uma dica de 5 livros que me ajudaram muito no meu processo de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento. Esse foi um video que eu gravei pro meu canal no Youtube, e que vai estar disponível no final dessa postagem pra quem quiser assistir direto por lá.

#Girlboss
Começo com esse livro que é destaque na capa do post e que eu achei no sebo, eu já tinha ouvido falar, mas não tinha dado nenhuma chance ainda. O livro que me fez pensar sobre empreendedorismo pela primeira vez na vida. Em Girlboss temos a trajetória da Sophia Amoruso na criação e desenvolvimento da Nasty Gal, uma das pioneiras a vender no Ebay, e como ela começou a loja com uma peça de brechó até virar uma sensação. Se você assistiu a série e não gostou, aconselho ler o livro, que é muito melhor do que a série, que acabou sendo cancelada na primeira temporada. 

O milagre da manhã
Se você acha que é impossível de acordar cedo, esse livro é pra você. O milagre da manhã vai te ensinar a reprogramar a mente através de um método que você deve realizar diariamente, nas primeiras horas do dia e bem cedo, para obter mais produtividade, motivação e menos preguiça. Eu fiquei muito surpreendida quando me propus a acordar cedo, e pasmem, consegui acordar até sem despertador. É um livro incrível, que vale a pena dar uma chance!



Roube como um artista
O próximo dessa lista é essa dupla, em que o primeiro volume é meu livro favorito dessa vida todinha! Aqui a gente tem dois livros que nos ensinam sobre criatividade através de ideias práticas, o primeiro em como ter uma vida que inspire mais criatividade e o segundo em como divulgar seu trabalho. Os livros são repletos de esquemas e arrisco dizer que é quase impossível terminas as leituras e não se sentir inspirado! 

O poder do tempo livre
Mais um livro cheio de esquemas e curtinho de ler, o poder do tempo livre é um convite pra entrarmos em ação com nossos planos e sonhos, seja eles profissionais ou projetos paralelos. É principalmente sobre como fazer o seu melhor e se apaixonar nesse processo. 

O ano em que eu disse sim
E pra fechar a lista, tem esse livro incrível que nos faz rever os vários "nãos" que damos, principalmente por medo. Baseado na experiência da autora, depois de um desafio dado por sua irmã, Shonda resolver dizer "Sim" para as experiências que iriam aparecer na vida dela no ano seguinte, e ela se surpreendeu em quantas experiências perdeu por medo. É um livro muito inspirador, que nos leva a fazer vários questionamentos e a nos tornar mais abertos às experiências que podem aparecer. 

E se você quer conferir essas dicas em vídeo, é só dar play aqui embaixo:




E por hoje é só! Espero que tenham gostado, um beijo e até a próxima!

Sobre aceitar quem somos e quem queremos ser

Melhor linha para cacheadas! @todecacho
Hoje vamos falar de aceitação, e vou contar pra vocês o processo mais difícil que eu passei pra me aceitar: minha relação com meu cabelo. Diferente do resto do mundo, eu não passei por uma transição capilar, ou muito menos psicológica. Parei de fazer progressiva em 2014 e desde então eu vivia com escova, até que obviamente a fonte esgotou. Não tinha grana pra fazer fora, e a escova que eu fazia em casa ficava bem ruim. O fim dos dias foi quando meu secador queimou e tinha o carnaval logo em seguida, em 2016. Fui na primeira perfumaria que eu encontrei, comprei um Yamasterol amarelinho, uma máscara para cabelo cacheado e um umidificador, e assim fui levando. Meu cabelo sempre embaraçou muito, e por alguns dias ainda é um processo bem doloroso pra mim. 

E de certa forma, sempre achei que esse deveria ser um processo de dentro pra fora, e eu não queria forçar isso. Meu cabelo passou por uma transição gradual. Ao parar de fazer progressiva meu cabelo foi voltando. Primeiro o volume, depois alguns cachos no meio de umas partes lisas. Mas nenhuma mudança que ocorresse de dentro pra fora.

Eu assistia as blogueiras de cabelo e achava lindo nelas. Como só o meu cabelo não ficava daquele jeito? Por que era tão difícil lidar com meu cabelo?

Essa fase, coincidiu também com a fase mais difícil da minha vida. Depressão, ansiedade, problemas em todas as áreas da minha vida caindo sobre mim. A minha transição gradual aconteceu, na verdade, durante o período que eu desisti de mim, aconteceu de fora pra dentro e talvez isso explique muito mais do que qualquer coisa.

Eu passei por um processo de desconstrução intenso, duas vezes. A primeira, pra entender o que me levava a não gostar do meu cabelo: se era questão cultural, o bullying que sofria quando era criança, ou se era por não saber cuidar direito. A resposta era um pouco de tudo: a sociedade por muito tempo pregou que o cacheado era "desarrumado", eu sofri muito quando criança quando era chamada de alguns péssimos apelidos dados por conta do meu cabelo e eu vivia com ele preso, me sentindo menos bonitas que as outras meninas, que andavam com os cabelos soltos e tudo mais. Entender essas questões me fez compreender os motivos que me levaram a alisar o cabelo e a compreender que eu precisava aprender a cuidar do meu cabelo e a ver ele de outra forma.

Em 2018, eu vivia um dilema. Eu me entendia com meu cabelo, mas não amava ele igual as pessoas ao meu redor. Eu aprendi a cuidar melhor do meu cabelo, e apesar de ainda embaraçar muito e eu detestar isso, meu cabelo tinha vários dias bons e bonitos. Mas não me adaptei a day afters, e lavar o cabelo todo dia também quebrava ele e era inviável. E eu me sentia mal por não gostar do meu cabelo como as pessoas gostavam. Ele era lindo quando arrumado, mas o processo me cansava muito, e me fez relaxar com meu cabelo. Quando eu era cacheada, me sentia culpada por querer ser lisa, e quando eu fazia escova, me sentia culpada por não querer ser cacheada.

Ano passado, decidi que eu insistiria até me sentir realmente bem com meu cabelo.  Eu decidi que só mexeria no meu cabelo quando eu ficasse bem e muito feliz com ele, aí escolheria se eu mudaria mesmo ou não, e isso aconteceu depois das fotos na roda gigante. E foi aí que eu comecei outro processo de desconstrução: o de aceitar as minhas vontades, mesmo quando elas contrariam o que as pessoas prezam. Nas fotos da roda gigante eu sabia que me amaria da forma que fosse. Se eu nunca pudesse alisar, saberia lidar com o meu cabelo, e se eu quisesse alisar, sei que meu cabelo estará lá me esperando quando eu quisesse voltar.

Pessoas criticam a gente o tempo inteiro. O que fazemos, onde vamos, o que usamos. Sendo que nada disso é da conta delas, a não ser que faça algo a alguém. Meu cabelo nunca fez mal a ninguém, seja ele liso, cacheado, loiro ou moreno. No dia da roda gigante, eu fiquei muito feliz, porque sabia que qualquer decisão que eu tomasse a partir dali, seria de consciência tranquila. Eu aprendi a me aceitar em qualquer versão. E me aceitar em qualquer versão, me ensinou que eu não preciso gostar disso o tempo inteiro e que mudar é normal. Faz parte do processo, desde que eu queira isso.  Afinal, de nada adianta a gente sair da ditadura do liso, pra entrar na ditadura do cacheado. E é a mesma coisa para outras áreas da vida, como a saúde física do corpo ou sua vida profissional e amorosa.

Ontem, postei uma enquete no insta sobre meu cabelo loiro e meu cabelo cacheado. Postei na brincadeira e foi muito legal ver como a forma que eu sou, me faz feliz e não importa o quanto as pessoas critiquem isso. Sobre o meu cabelo, de 60 respostas, só uma apoiou a forma como ele está hoje. Mas a resposta mais importante não estava na pesquisa: a minha.

Eu desejo que você se ame do jeito que é, mas se sinta livre pra ser quem você quiser ser, e se ame do outro jeito também. 

Séries incríveis pra assistir na quarentena!


Estamos em plena quarentena, e apesar de eu estar trabalhando esses dias, sei que grande parte das pessoas está em casa, aproveitando o tempo livre pra colocar em dias as séries, leituras e projetos!

Mas se você já terminou suas séries e está naquela ressaca de quero mais, hoje eu trouxe algumas séries incríveis pra você assistir esses dias! Tentei trazer vários tipos diferentes, pra todo mundo se identificar com alguma. Não necessariamente são séries da Netflix, mas vocês conseguem achar nas plataformas de streamings mais populares. 

Anne With an E


Quem me conhece já está cansado de me ouvir falar de Anne, mas não tem como começar essa lista sem falar dessa série simplesmente maravilhosa. Anne é uma menina de 11 anos que é orfã e passou a vida entre orfanato e alguns lares que não deram certo, mas não impedem Anne de ter uma visão otimista e de ver a beleza em todos os lugares. Ela é encaminhada para Avonlea, na fazenda de Green Gables, onde dois irmãos esperavam por um menino, mas Anne logo conquista os Cuthberts e toda a cidade de Avonlea. É uma série de época, mas que aborda temas atuais de forma muito acessível, na medida certa e é simplesmente apaixonante! Vale cada minuto assistido.  A série tem três temporadas (seguimos lutando pela quarta), que estão disponíveis na Netflix. 


Dr House 


Dr House é um médico mal humorado, mas brilhante em sua profissão. Ele é um dos principais médicos de Princeton e é o médico principal nos diagnósticos de pacientes nada óbvios, com doenças ocultas. Cada episódio tem um paciente como principal, e mostra os desdobramentos do médico até descobrir o diagnóstico, além do (péssimo) convício dele com sua equipe, por conta do seu mal humor e sinceridade escancarada. A série tem 8 temporadas e está disponível na Amazon Prime e no Globo Play. 

The Crown


Eu sempre fui apaixonada por história, e foi isso que me levou a conhecer "The Crown", que mostra a trajetória da Rainha Elizabeth desde antes de seu reinado. Baseada em fatos reais, a série acompanha os principais dilemas políticos e pessoais da rainha, passando por importantes momentos históricos como a corrida espacial e o desastre de Aberfan. Mesmo com alguns fatos fictícios, vale muito a pena assistir a série e ver como a Rainha lidava com tudo, sempre com maestria e inteligencia. A série é um original Netflix, e já tem 4 temporadas disponíveis. 


The Handmaid's Tale


Agora vamos para a série mais pesada dessa lista. Após a morte do presidente dos Estados Unidos, toma o poder uma instituição religiosa, com o discurso de manter a paz, mas instaura um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando qualquer direitos das mulheres e minorias. As mulheres férteis devem servir aos seus "donos", com a única função de ter filhos, e quando tentam escapar das freiras, sofrem duras punições. É uma série muito importante para refletir as questões de gênero e o lugar da mulher em uma sociedade completamente machista. A série está disponível no GloboPlay.

Sex Education


Sex education é aquela série que eu queria ter visto quando adolescente, mas vale a pena assistir mesmo no início da vida adulta. A série se passa em um colégio de ensino médio onde falar sobre sexo é quase um tabu, mas é também a dúvida de todos. As coisas começam a mudar quando Otis, filho de uma terapeuta sexual, se junta com Maeve, e criam uma clínica clandestina para solucionar questões sexuais dos alunos. A série discute questões importantes sobre sexo, questões de gênero e sexualidade em uma linguagem simples e que prende quem assiste. A série é um original Netflix e já tem duas temporadas disponíveis.

E aí, gostaram? Já assistiram alguma? Semana que vem trago mais sugestões pra vocês, tem tantas séries que que queria indicar nessa listinha ainda! hahah 

E por hoje é só! Um beijo e até a próxima :)

Tudum: o festival da Netflix


Oi gente, tudo bem com vocês? Mais um post atrasadinho, dessa vez de mais um evento que eu amei ir, o Tudum: o festival da Netflix! 


O evento teve duração de 4 dias, mas cada visitante só podia pegar ingresso para um dos dias, pela internet, de forma gratuita. Esse foi mais um evento que eu consegui ingresso nos quarenta e cinco do segundo tempo, mas consegui pra mim e pro meu irmão. 

Fomos na terça feira, último dia, em que as principais atrações de painel era a Maísa, Noah Centineo e Lana Condor, de Para Todos os Garotos que já amei. Além dos paineis, o evento tinha vários cenários dos originais Netflix e algumas brincadeiras, que geravam prêmios, como pôster, bottons, e até mesmo blusas e bolsas personalizados. 

Alguns originais que tinham atrações são: The End of the f***ing word, Atypical, Stranger Things, Para todos os garotos que já amei, a barraca do beijo, Sex education, Sabrina, Modo Avião, sintonia e a Barraca do Beijo. 









Além das atrações, tinha também uma roda de conversas, eu acabei assistindo a com a Bruna Vieira sobre conectividade nos tempos atuais e foi bem legal. Nesse palco, além dessas conversas, também tinha games durante o dia todo, e quem participava concorria a prêmios temáticos como meias Netlfix. 



O evento também tinha alguns mimos como algodão doce, pipoca e um milk shake na faixa, além de ter também uma praça de alimentação. Na entrada a gente ganhava um copo do Tudum de presente. No evento, também tinha duas lojinhas, uma da C&A com blusas dos temas Netflix e uma livraria com vários títulos que já tiveram adaptações. Não comprei nada, mas pulei na piscina de pipocas da C&A, e levei pra casa alguns pôsteres.  



E se você ainda ficou curioso pra ver um pouco mais do evento, é só dar play no Vlog que eu fiz por lá:



Espero que tenham gostado, um beijo e até a próxima! :)
KA COM K
LAYOUT POR LUSA AGÊNCIA DIGITAL