Como foi: Janeiro


Janeiro é sempre o mês mais rápido do ano. Normalmente eu estou de férias, saio bastante com meus amigos, ou até mesmo viajo. Bom, esse mês foi um pouquinho diferente, e vocês já devem imaginar o motivo. Ano passado eu tentei fazer posts "My week", mas acabei desistindo. Algumas semanas são super agitadas, outras à base de estudos e provas. Mas sou bem esquecida, e gosto desse tipo de post que me deixa mais próxima de quem lê. E assim surge o "Como foi".

Janeiro começou quente lá em Fortaleza. Passei o Natal e o ano novo lá com a família do meu pai. Fomos embora dia 02, com esse pôr-do-sol direto do aeroporto. De lá, fizemos uma escala em Salvador, onde comemos Acarajé e eu me encantei por essa maquete da cidade (alô urbanista!). Todos os posts da viagem estão no marcador #Fortaleza

Assim que cheguei de Fortaleza, fui conferir a Exposição da Mafalda com uma amiga minha e gostei bastante. Como eu comentei nesse post, operei meus seios dia 09, e acabei ficando de molho a maior parte do mês, à base de Netflix. Recebi algumas visitas nesse período, mas foi bem difícil ficar tanto tempo em casa, sem poder fazer quase nada. Meu primeiro passeio light pós cirúrgico foi ir ao Shopping resolver um problema na Vivo. Na volta, me deparei com esse pôr-do-sol e achei que valia o click pra comemorar minha saída.

Enquanto eu ainda estava de repouso, minha estante nova chegou. Ela é linda e toda vermelha, uma das minhas cores preferidas, e super combinou com meu quarto, virou meu cantinho preferido. Final de semana passado conferi a Transarquitetônica, e amei, não só a exposição como o MAC também. Mas Janeiro terminou mais que especial: fui visitar uma amiga minha que está grávida, e eu não via ela desde quando ela mudou pro interior. Toda a positividade do mundo pra Carol e pra neném dela.

O que mais posso dizer de Janeiro? Bom, apesar de eu achar que a semana que passei em casa me recuperando demorou milênios pra passar, Janeiro foi bom. Tive até algumas participações especiais no Skype. Mesmo eu ficando de molho, depois que tirei os pontos tive uma recuperação rápida em pouco tempo, o que acabou me ajudando a curtir um pouco mais esse mês. Ainda não sei o que Fevereiro me aguarda, mas só espero que 2015 seja um bom ano. 
E a história continua...

Pin It

Projeto: Casa de containers


ATENÇÃO: É proibido a utilização do conteúdo dessa postagem sem autorização. 

Estava vendo uns arquivos antigos do blog e reparei que já faz um bom tempo que não faço alguma postagem sobre arquitetura. Queria escrever algo diferente, e lembrei de um projeto que fiz no segundo semestre, já na UFOP, na disciplina de Computação Gráfica Aplicada a Arquitetura, e achei legal mostrar. A proposta era criar uma residência a partir de seis containers. 



Gostei bastante de pesquisar sobre e criar esse projeto. É bem diferente da arquitetura convencional que temos contato diariamente, além de ser uma alternativa ao reuso dos containers, com algumas adaptações térmicas. Esse período devo cursar a disciplina de Projeto. Se eu gostar tanto quanto foi criar esse projeto, faço mais posts assim. 

Espero que tenham gostado, até a próxima! ;)

Pin It

Transarquitetônica e a vista panorâmica do MAC

 
Quando eu estava no primeiro período de Arquitetura, e ainda estudava no Mackenzie, fizemos um trabalho de Teoria, que precisávamos criar uma instalação com determinado tema. Uma instalação é uma estrutura que representa, trás para o ambiente a ideia de uma realidade, através do visual e em alguns casos utiliza também o olfato.
 
Hoje fui na instalação "Transarquitetônica" do artista Henrique Oliveira. Nela, ele foi desafiado a criar uma estrutura para o mezanino do Museu de Arte Contemporânea (MAC), em São Paulo. O edifício foi projetado por Oscar Niemeyer. De início a instalação parece ignorar o edifício, mas ao visualizar a estrutura do mezanino, ela parece abraçar as colunas criadas por Niemeyer.
 
A obra inicia em uma construção de alvenaria. Aos poucos chega aos tijolos, à construções mais rudimentares de pau-a-pique, madeirite e por fim, madeira, até chegar às raízes.
 

Esse vídeo conta um pouco mais sobre o artista e como foi construída a instalação:

 
A exposição é gratuita e fica até amanhã, dia 25/01 no Museu de Arte Contemporânea da USP, em frente ao parque do Ibirapuera, na Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301. O horário de visitação é das 10h às 18 horas.
 
 Eu nunca tinha ido no MAC e me surpreendi. Além da Transarquitetônica no Mezanino, tinha exposições diferentes nos sete andares do prédio. Como fomos sem muito tempo sobrando, eu e minha amiga preferimos voltar outro dia.
 
No oitavo andar do prédio tem uma vista panorâmica. O dia ajudou, e a vista é realmente muito bonita, já que dá pra ver todo o Ibirapuera e os prédios de Moema no fundo.
 

Terminamos o passeio nos Truck Food do Sabor Paulista no quintal do MAC. Tinha várias coisas diferentes como as paletas mexicanas, vinhos, e uns lanches com carnes temperadas em cerveja preta, burritos, creme brullé, virado paulista, entre outras coisas. Com certeza, depois do dia de hoje, vale mais uma visita ao MAC.

Pin It

E se o Maroon 5 invadisse seu casamento?


O que você faria se o Maroon 5 aparecesse de surpresa para cantar no seu casamento? Parece impossível acreditar, mas no último clipe lançado pela banda "Sugar", ela percorre as ruas de Los Angeles invadindo vários casamentos.
 
Apesar de serem atores (aqui tem a matéria sobre), achei muito legal a ideia deles, e ao assistir o clipe realmente imaginamos como seria o máximo se tudo aquilo fosse real. A música foi um estouro em pouquíssimo tempo, e comentadíssimo nas redes sociais.
 
Se o clipe foi verídico ou não, o impacto que o Maroon 5 conseguiu foi muito grande. Eu por exemplo fiquei imaginando como cada noiva reagiria e como seria eu ir em um casamento assim.


E pra finalizar, não podia faltar o clipe:
 

 
Mas e aí, se o Maroon 5 surgisse de surpresa no seu casamento, qual música não podia faltar?

Pin It

Cápsula do tempo


Desde que eu tenho uns 12 anos, comecei a guardar pequenos pedaços da minha vida que passaram. O folheto de um passeio, uma letra de música, um chaveiro, um boletim, uma carta, um voucher de viagem ou qualquer coisa que eu acreditasse que marcou algo importante pra mim.

De vez em quando, pego essa caixinha e fico revivendo esses pedaços de história. Como aquele momento foi importante pra mim naquela época da minha vida. E como tanta coisa já aconteceu desde então, as conquistas que tive, as surpresas...

Há um tempo atrás, assisti uma matéria no Fantástico que me deixou com muita vontade de encher cada vez mais a minha caixinha ou até mesmo repetir a cápsula do tempo:



Criar uma cápsula do tempo consiste em escrever uma carta para o seu eu do futuro, contando como é a sua vida hoje, seus sonhos, desejos, o que espera quando a cápsula for aberta, como imagina o mundo, entre outras coisas.
 
É quase impossível lembrar da minha vida há 15 anos atrás. Dia 20 de Janeiro de 2000, eu tinha acabado de fazer 6 anos, morava em um apartamento em Santo André e estava me preparando para a primeira série, e provavelmente minha maior preocupação era com os meus brinquedos.
 
Mas como me imaginar daqui 15 anos? Estarei com 36 anos, espero que formada, e sendo bem sucedida na minha carreira. Mas será que estarei casada? Com filhos? Onde será que morarei? Como estarão meus pais e meu irmão? É esquisito pensar em uma vida tão distante e diferente.
 


Domingo, duas amigas minhas vieram me visitar e uma delas tem um encontro em Março, marcado desde 2010, com uma cápsula do tempo. Como nosso grupo de amigos já é de longa data, resolvemos propor a eles de criar nossa própria cápsula, para abrirmos em 2030.
 
Como a intenção é a de eu mesma não me lembrar das coisas que escrevi ou coloquei na cápsula, não posso postar fotos aqui. Mas vale a inspiração de criar algo assim. Daqui 15 anos teremos uma cabeça completamente diferente, e provavelmente não nos veremos mais com tanta frequência, mas eu acredito que a vida vale a pena por tudo o que já vivemos, que é eterno, nunca mudará.
 
E por mais que eu acredite que vou chorar muito quando abrir a minha cápsula (já está sendo difícil escrevê-la), é aí que eu tenho a certeza de que tudo valeu a pena, cada esforço, lágrima, riso e alegria. Quando vejo essas coisas da minha caixinha de lembranças tenho a certeza de ter tido uma vida sensacional. E não há melhor sensação no mundo.

Pin It

Exposição: O mundo segundo Mafalda


É difícil conhecer alguém que não saiba quem é Mafalda. A personagem de Quino vive entre os anos 60 e 70, e é marcada por sua preocupação com a paz mundial e os principais problemas sociais do mundo, sem deixar de ser criança.
 
Meu primeiro contato com a turma da Mafalda foi na 6ª série, quando a professora de Português pediu um dos livros de tirinha dela como leitura obrigatória. Desde então, me apaixonei. Pouco tempo depois comprei o livro Toda Mafalda, que era uma coletânea de todos os livros, em ordem cronológica. Pra quem gosta vale bastante a leitura.
 
 
Quando fiquei sabendo da exposição fiz questão de me programar. Como já sabia da operação e que não ia poder sair muito nas férias, fui dia 7, antes de operar. Tirei as fotos do próprio celular, então a qualidade não ficou mil maravilhas, mas já da pra ter uma ideia da exposição.
 
A amostra apresenta várias tirinhas, reflexões, objetos criados pela imaginação dos personagens, oficina de criação, brinquedos antigos, o pensamento de Mafalda sobre os mundos, os direitos das crianças, gostos e desgostos da Mafalda, sala de TV com os desenhos das tiras e uma apresentação dos personagens e do autor, Quino.

 
 
A mostra que comemora os 50 anos de Mafalda fica em São Paulo, na Praça das Artes até o dia 28 de Fevereiro, das 09:00 às 20:00, com entrada gratuita. No dia que eu fui não encontrei filas. A exposição vale a visita, tanto para adultos como crianças.

Quem for e quiser comentar, vou adorar saber sua opinião sobre a exposição! :)


Pin It

Cultura para todos

Nunca estive fora do país. E se quer saber, pouco conheço do 5º maior país do mundo, o Brasil. Tive a sorte de conhecer alguns lugares, e dos poucos que conheci, todos eles me mostraram coisas novas sobre o Brasil. Mas dois em especial me chamaram atenção.

Fonte: Arquivo Pessoal. 2010
Estive na Serra da Capivara em 2010. O parque se localiza no município de São Raimundo Nonato, Piauí, e tem um acesso complicado. As estradas não são bem cuidadas e os municípios que cercam a serra são bem carentes. No município também existe o Museu do Homem Americano para visitação. Há o projeto de um aeroporto local para receber os turistas interessados em visitar a região, de todo o mundo.

Fonte: Arquivo Pessoal. 2013
MASP. No coração de São Paulo, o museu trás obras de grandes mestres, e é um dos cartões postais da capital paulista. É difícil conhecer quem nunca visitou ou já teve vontade de visitar o museu suspenso em plena Avenida Paulista. Arquitetura de Lina Bo Bardi, o acervo do museu apresenta artistas de renome, inclusive internacionais.
 
O que esses dois pontos tem em comum? Turismo. História. Cultura.
 
Nas andanças que fiz por aí, aprendi que todo lugar tem uma história pra contar e uma cultura para apresentar. Seja o lugar mais rico ou o lugar mais carente. Ela é acima de qualquer valor material. Qualquer um pode se apoderar dela. Criar. Observar. Fazer parte. Conhecer. Estudar. Ela é e precisa estar ao alcance de todos, no caso do Brasil, do Chuí ao Oiapoque.
 
Com o desenvolvimento da internet, hoje é possível acessar o acervo de alguns museus online, de grande importância, como o Louvre de Paris (faça o tour aqui) e no Brasil, podemos encontrar essa tecnologia no Museu Imperial, em Petrópolis (tour aqui).
 
Aonde eu quero chegar com tudo isso? O Brasil é rico em diversidade e cultura. Em cada canto do país, tem um pouco de história ao alcance de todos. Basta querer. Ser cultura.
 
#economiacriativa  #meublogecoolt
 
*Este post faz parte do concurso Meu Blog é Coolt*

Pin It

Diário de viagem #7: Andando de Buggle

Como já comentei em outros posts, já tem um tempinho que cheguei em São Paulo, mas só agora estou tendo tempo pra terminar os diários de Fortaleza. 

E pra nossa tristeza, esse é o último diário. :( 


Eu queria muito andar de buggle. Desde a ultima vez que eu tinha ido pra lá, tinha decidido que eu ia andar de buggle nas dunas de qualquer jeito. 

O plano inicial era irmos para Canoa Quebrada e praia das Fontes. Mas como acabamos indo pra Jeri, resolvemos trocar Canoa pela praia do Cumbuco, que fica já aproximadamente 30km de Fortaleza. 


A praia era muito bonita, mas o mãe estava bem alto. Ficamos em um quisosque, onde ele mesmo providenciou o buggle para nós. 

Pedimos o passeio curto, onde conheceríamos uma lagoa e com emoção. Os passeios com emoção acontecem nas dunas, com o motorista do buggle dirigindo mais rápido, e descendo altas dunas. Na lagoa, tínhamos a opção de descer de esquibunda (é assim que escreve?!), mas eu preferi curtir só o buggle mesmo.


Nos últimos dias da viagem acabamos ficando mais em casa, onde teve amigo secreto, talz. Cheguei a voltar mais um dia no centro, outro dia choveu e fomos um dia no Shopping Iguatemi.

No Réveillon, escolhemos ir para a praia de Iracema, onde tinha vários shows como Marcos e Belutti, Jota Quest e Bruno e Marrone. 


No dia primeiro, ficamos organizando a volta, e a noite sai com meus primos pra um barzinho. Não lembro o nome agora, mas ele era bem grande e ficava do lado do Dragão do mar. Lá tomei um chopp de vinho muito bom! 


Fomos embora dia 02, no finalizinho da tarde. Fizemos conexão em Salvador, e lá experimentei Acarajé. Confesso que achei a massa meio pesada, mas valeu a experiência.


Acho toda experiência de viajar válida. A ideia de sair um tempo da realidade é maravilhosa, além de conhecer tudo e passar por momentos únicos. 

Espero que vocês tenham gostado dos diários, e vivido um pouquinho de tudo isso comigo. ;)

Pin It